domingo, 21 de outubro de 2018

Seleção para Professores (Formação em Pedagogia). Salário de até R$ 2.660



Seleção para Professores

Cargo: Professor(a) Polivalente para séries iniciais do 2º ao 5º ano.
Pré-requisitos: Formação mínima: superior completo em Pedagogia;
Local: São Paulo - SP
Data Final: 10/11/2018
Salários: De R$ 1.900 a R$ 2.660.
Descrição: Experiência comprovada como professor(a) dos anos iniciais do 2º ao 5º ano; Conhecimento de recursos de tecnologia aplicada à educação e boa proficiência digital.
Benefícios
Vale-transporte
Refeitório
Assistência médica
Seguro de vida
Participação nos Lucros ou Resultados
Programa de treinamentos

Os interessados devem se inscrever pelo site www.vagas.com.br/vagas/v1780486






Colégio seleciona Auxiliar de sala para Ed. Infantil e Ensino Fundamental I


Colégio em São Paulo - SP seleciona Auxiliar de sala para Ed. Infantil e Ensino Fundamental I.

Descrição resumida das atividades: auxiliar o professor no planejamento e desenvolvimento de projetos educacionais consoantes aos objetivos da série; providenciar os materiais necessários para as atividades planejadas; auxiliar na correção das atividades realizadas pelos alunos, identificando os objetivos que precisam ainda ser trabalhados com o grupo e/ou com o aluno individualmente; atualizar registros escolares; ministrar recuperações e oficinas; acompanhar os alunos durante o recreio, o almoço e o descanso; colaborar na organização e realização de eventos da comunidade escolar; auxiliar na organização e na segurança da saída dos alunos; participar das reuniões pedagógicas de área, de série e gerais.


Perfil desejado: competência linguística e lógica; competência para o trabalho em equipe e bom relacionamento interpessoal; diligência; flexibilidade para novas aprendizagens; capacidade de organização e planejamento; criatividade; boa formação profissional.

Pré-requisitos: formação mínima: cursando em Pedagogia e/ou Letras; capacidade de compreensão oral e escrita na língua inglesa (nível B2/C1, de acordo com o Quadro Comum Europeu de Referência para Línguas); conhecimento mínimo de recursos de tecnologia aplicada à educação e boa proficiência digital.

Os interessados devem se inscrever pelo site da escola AQUI


sábado, 20 de outubro de 2018

Inspirada no Japão, escola britânica coloca alunos para ajudar na limpeza da escola

Sammy, de seis anos, disse que estava orgulhoso de poder usar um aspirador de pó, em vez de ter que fazer limpeza à mão — Foto: BBC
Foto: BBC





Por BBC
Uma escola britânica comprou 10 aspiradores de pó e colocou seus alunos para limparem as salas de aula. A diretora afirma que a medida ensina respeito aos estudantes e também diminui a carga de trabalho do zelador.

Hilary Priest, a diretora da escola The Grove, diz que teve a ideia depois de assistir a um programa de TV sobre a educação no Japão. "Nós achamos que seria uma boa forma de fazer com que todos, inclusive as crianças, respeitassem nossa escola e o ambiente", afirma.

Cada uma das 10 salas de aula tem seu próprio aspirador. Os alunos se revezam na limpeza. Há apenas um local que está livre das tarefas de limpeza coletivas: a recepção, que é muito pequena, diz a diretora.

Ao ser questionado se ele e seus colegas deveriam limpar a sala de aula, Noah, de seis anos, falou: "Sim, estamos protegendo nossa escola".

Imogen, seu colega, disse: "Minha mãe diz que isso é bom porque, quando eu crescer, eu vou saber como usar o aspirador de pó".

A diretora Priest diz que a limpeza feita pelas crianças também está ajudando o orçamento da escola. "Nós não precisamos aumentar a carga horária do zelador. Na verdade, ele não tem tido muito trabalho na limpeza das salas de aula desde que as crianças começaram a aspirar o pó, há cerca de três meses".

Essa não é a primeira vez que as pessoas ao redor do mundo se impressionam com a atitude dos japoneses em relação à limpeza. Na Copa do Mundo de Futebol de 2018, na Rússia, os torcedores ficaram impressionados quando os japoneses limparam de forma meticulosa seus assentos nos estádios após os jogos.



sexta-feira, 19 de outubro de 2018

Seleção para vagas de Professor(a) Assistente do Ensino Fundamental 1 e Educação Infantil




Colégio abre seleção para vagas de Professor(a) Assistente do Ensino Fundamental 1 e Educação Infantil em São Paulo - SP.

Os interessados devem ter Licenciatura em Pedagogia e Experiência na docência em Educação Infantil e/ou Ensino Fundamental 1.

Entre as Principais responsabilidades:
• Participar do planejamento semanal junto à professora de classe e da elaboração do planejamento pedagógico anual.
• Participar de conselhos de série, contribuindo para a troca entre pares a respeito dos aspectos educacionais e pedagógicos dos alunos.
• Observar, identificar e trabalhar com a supervisão da Orientação Educacional aspectos educacionais grupais e individuais presentes no cotidiano escolar.
• Auxiliar no acompanhamento do processo de aprendizagem e avaliação, de modo a detectar dificuldades e potencialidades de cada aluno.

Perfil
• Boa capacidade didática.
• Boa habilidade em comunicação oral e escrita.
• Responsabilidade e organização em relação ao trabalho.
• Bom trabalho em equipe.

Benefícios:
Vale-transporte
Vale alimentação
Refeitório
Assistência médica
Assistência odontológica
Seguro de vida
Programa de treinamentos
Auxílio desenvolvimento
Auxílio estacionamento

Os interessados devem se inscrever até o dia 03/11/2018 pelo site www.vagas.com.br/vagas/v1780698


segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Quais são as propostas de Bolsonaro e Haddad para o magistério e para a Educação.

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BBCPor BBC
O Brasil está entre os países com pior desempenho em Educação no mundo. Na mais recente edição do Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos), em 2015, ficou nas últimas posições em Ciências (63º), Matemática (65º) e em Leitura (59ª) entre os 70 países analisados.

No Dia do Professor, a BBC News Brasil apresenta as propostas dos dois candidatos à Presidência que chegaram ao segundo turno, Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro (PSL) para essa área.

O levantamento foi feito com base nos planos de governo apresentados ao TSE, entrevistas e publicações feitas pelas candidaturas na internet.

O que propõem aos professores?

Ex-ministro da Educação, Fernando Haddad diz em seu programa de governo que quer investir na formação dos educadores e na gestão pedagógica da educação básica.

"Atenção especial será dada à valorização e à formação dos professores e professoras alfabetizadoras", afirma o texto.

O petista fala em fortalecer o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid), que permite aos alunos de cursos presenciais com interesse no magistério que se dediquem ao estágio em escolas públicas e que, quando graduados, se comprometam com o exercício da profissão na rede pública.

O programa do PT diz que aproximadamente 25% dos professores que atuam na educação básica não têm licenciatura específica para as disciplinas que lecionam. O plano fala que retomará a Rede Universidade do Professor, programa criado para oferecer vagas de nível superior para a formação inicial e continuada de professores da rede pública, para que possam se graduar nas disciplinas que lecionam.

Haddad diz que vai implementar a chamada Prova Nacional para Ingresso na Carreira Docente para candidatos à carreira de professor das redes públicas de educação básica.

Fala ainda em instituir diretrizes que permitam uma maior permanência dos profissionais nas unidades educacionais.

O programa diz que pretende reforçar a Universidade Aberta do Brasil (UAB), programa que visa ampliar e interiorizar - ou seja, expandir para fora das capitais - a oferta de cursos e programas de educação superior por meio da educação a distância.

Em seu programa de governo, Jair Bolsonaro fala em aumentar a qualificação de professores, sem posterior detalhamento entre as propostas.

O candidato defende um modelo de educação "sem doutrinação e sexualização precoce" e baseado nas propostas do Escola Sem Partido.

Diz que falta disciplina no ambiente educacional e que, por isso, "hoje, não raro, professores são agredidos, física ou moralmente, por alunos ou pais dentro das escolas".

Outras propostas para a Educação

Haddad diz que o ensino médio será prioridade do seu governo.

Uma das principais propostas é criar o programa Ensino Médio Federal, que aumentará a atuação do governo federal no ensino médio, que constitucionalmente é de responsabilidade dos Estados.


A ideia é que haja maior integração, aumento de vagas nos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, e que o governo federal se responsabilize por escolas situadas em regiões de alta vulnerabilidade.

O plano diz querer expandir a educação integral e criar uma bolsa de permanência nas escolas, especialmente para jovens em situação de pobreza. "O governo Haddad ampliará a participação da União no ensino médio, de modo a transformar essas escolas em espaços de investigação e criação cultural e em polos de conhecimento, esporte e lazer, garantindo educação integral", diz o texto do programa de governo.

O ex-ministro da Educação de Lula diz em seu programa de governo que pretende revogar a reforma do ensino médio. Haddad pretende mexer na Base Nacional Comum Curricular "para retirar imposições obscurantistas".

O plano de governo do petista fala em criar um novo padrão de financiamento para que a Educação receba o equivalente a 10% do PIB. Segundo estudo da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) publicado em 2017, os gastos com educação totalizam 4,9% do PIB brasileiro.

Fernando Haddad diz que concentrará esforços em avanços no ensino médio, incluindo escola em tempo integral em lugares mais pobres
O candidato afirma ter intenção de normatizar o uso público dos recursos do Sistema S na oferta de ensino médio.

O objetivo é direcionar 70% dos recursos à ampliação da oferta de ensino médio. Fazem parte do Sistema S o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), Serviço Social do Comércio (Sesc), o Serviço Social da Indústria (Sesi) e o Serviço Nacional de Aprendizagem do Comércio (Senac).

O programa promete a institucionalização Sistema Nacional de Educação, pendente há quatro anos. O Plano Nacional de Educação (PNE), aprovado em 2014, o colocou como um caminho para a articulação do sistema de ensino nos níveis federal, estadual e municipal, com o objetivo de atingir as metas estipuladas pelo governo.

No que diz respeito a minorias, o plano diz que um eventual governo Haddad "fortalecerá uma perspectiva inclusiva, não-sexista, não-racista e sem discriminação e violência contra LGBTI+ na educação". Diz também que retomará os investimentos na educação do campo, indígena e quilombola. Como contraponto ao Escola Sem Partido, o programa propõe a Escola com Ciência e Cultura.

Diz que quer focar o programa Educação para Jovens e Adultos em alfabetização. Fala, ainda, em introduzir trabalho com linguagens digitais desde o primeiro ano do ensino fundamental. Para combater violência em escolas, será criado o Programa Paz e Defesa da Vida nas Escolas.


O programa do PT diz que o foco será o ensino médio, mas também fala em expandir universidades e institutos federais.

Jair Bolsonaro, por sua vez, afirma que dará ênfase à educação infantil, básica e técnica.

O programa de governo fala em mudar a Base Nacional Comum Curricular, "impedindo a aprovação automática e a própria questão de disciplina dentro das escolas".

O programa fala que o conteúdo e método de ensino precisam ser mudados. "Mais matemática, ciências e português", diz o texto.

Bolsonaro pretende incluir no currículo escolar as matérias educação moral e cívica (EMC) e organização social e política brasileira (OSPB), disciplinas herdadas da ditadura militar.

O candidato tem ainda intenção de ampliar o número de escolas militares, fechando parcerias com as redes municipal e estadual. A meta é que haja, em dois anos, um colégio militar em cada capital. Tem também o plano de construir o maior colégio militar do país em São Paulo, no Campo de Marte.

Jair Bolsonaro defende aumentar o número de escolas militares no país; a meta é que, até 2020, haja uma em cada capital

Fala, ainda, em integração entre governos federal, estadual e municipal.

O programa do capitão reformado dá ênfase à educação a distância nos níveis básico, médio e superior. "Deve ser considerada como alternativa para as áreas rurais onde as grandes distâncias dificultam ou impedem aulas presenciais", diz o texto.

Ainda segundo o documento, o Brasil gasta mais com ensino superior do que com o ensino básico. Bolsonaro defende que isso seja invertido.

Para o ensino superior, o programa fala em parcerias de universidades com a iniciativa privada para desenvolvimento de novos produtos visando aumentar a produtividade no país.

Diz, ainda, que universidades devem estimular e ensinar o empreendedorismo.

Bolsonaro é contra cotas raciais, mas a favor das sociais.






SESI tem Processo Seletivo para Professor com salário de R$ 2.116,06 + Hora Atividade.


A Diretoria de Recursos Humanos do SESI-SP e do SENAI-SP abriu as inscrições para candidatos interessados em participar do processo seletivo para cargo de Professor de Educação Básica I Ensino Fundamental – 1º ao 5º ANO.

Escolaridade: Graduação com Licenciatura Plena em Pedagogia com Magistério das séries iniciais do Ensino Fundamental ou Graduação com Licenciatura Plena em Pedagogia + habilitação específica de Magistério em nível de Ensino Médio para as séries iniciais do Ensino Fundamental OU curso realizado através do Programas Especial de Formação Pedagógica Superior (DEL. CEE 12/2001) qualquer que seja a sua nomenclatura, para o Magistério das séries iniciais do Ensino Fundamental.

Os candidatos poderão ser convocados para vagas de Professor de Educação Básica I -Auxiliar Docente, sendo previstas as mesmas condições de trabalho. Obs.:Tipo de contratação, horário de trabalho, carga horária e salário a serem confirmados no surgimento de vagas.

Atividades a serem desenvolvidas
• Ministrar aulas aos alunos do 1º ao 5º ano, em conformidade com a metodologia proposta nos
Referenciais Curriculares de Educação Básica do SESI-SP;
• Participar da elaboração da Proposta Pedagógica e da avaliação da Unidade Escolar;
• Concretizar, por meio de ações didáticas, projetos institucionais;
• Zelar pelo correto preenchimento do Diário de Classe, bem como outros documentos escolares sob
sua responsabilidade, de acordo com as orientações da Divisão de Educação;
• Participar das reuniões de Conselho de Classe;
• Atender, individualmente, pais ou responsáveis pelos alunos quando necessário;
• Participar de reuniões pedagógicas e reuniões com os pais ou responsáveis pelos alunos;
• Elaborar plano de trabalho docente, de acordo com as orientações da Divisão de Educação;


Condições de Trabalho
 Local: Registro
 Salário: R$ 2.116,06 + Hora Atividade
 Previsão de Carga Horária: 20 horas semanais
Tipo de Contratação: CLT – Contrato Prazo Determinado ou Indeterminado

As inscrições serão realizadas até às 15h do dia 15.10.2018, na Internet
(https://curriculo.sesisenaisp.org.br);

Cabe ao candidato acompanhar na Internet a publicação de resultados e convocação para as demais
etapas do processo seletivo.

A validade é de 12 meses, a contar da data de divulgação do comunicado de conclusão do processo seletivo, podendo ser prorrogada por mais 12 meses, a critério do SESI-SP.

Para mais informações acesse o Edital do Sesi AQUI


domingo, 14 de outubro de 2018

‘Mulheres não devem ensinar matemática’: o que dizia o decreto imperial que inspirou o Dia do Professor



Por BBC
No Brasil, 15 de outubro é Dia do Professor. A data relembra um decreto imperial de 1827, documento que criou o ensino público no país.

"O 15 de outubro faz alusão à criação das classes de primeiras letras no Brasil", afirma a historiadora Katia Abud, professora da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo. Mas as comemorações só tiveram início no século 20.

Ficava na rua Augusta, 1520, em São Paulo, o Ginásio Caetano de Campos - apelidado de Caetaninho, já que desde 1894 existia a Escola Caetano de Campos, na época ainda no endereço da Praça da República. Ali, um grupo de professores teve a ideia de interromper o ano letivo com um dia de folga. E uma pequena comemoração, em que houvesse o reconhecimento pelo trabalho realizado.

Sugeriram o 15 de outubro, oportunamente equidistante dos períodos de férias escolares e significativamente importante para a educação no Brasil, por causa do decreto imperial de 1827.

Aos poucos, a ideia pegou. Outras escolas começaram a fazer o mesmo. Até que, em 14 de outubro de 1963, o então presidente João Goulart assinou o decreto nº 52.682 e criou o feriado escolar do Dia do Professor no Brasil.

Educação imperial

"A lei foi uma tentativa de organizar a educação no Brasil", resume o historiador Diego Amaro de Almeida, pesquisador do Centro Salesiano de Pesquisas Regionais. "O imperador acaba propondo um projeto de educação que tinha em sua base a promoção do próprio Brasil. Entretanto, devido ao momento e às condições materiais do país, o cumprimento integral da lei foi algo complicado de ser resolvido."

Mas, afinal, o que era essa tal lei de 1827? 
(continua na próxima página)




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